Miguel Borja está com a cabeça na Copa do Mundo. Mas a boa fase com a camisa do Palmeiras ainda é assunto. Em entrevista para a imprensa de seu país, o colombiano, que ainda na luta por uma vaga definitiva entre os 23 atletas que serão escolhidos pelo técnico Jose Pekerman, recordou da chegada ao futebol brasileiro e comentou sobre a evolução no Verdão.

– Eles (Palmeiras) vinham de ser campeões do Brasileirão com o Gabriel Jesus, que se movimentava pela frente, e eu sou um (camisa) 9 muito nove. Isso custa. O técnico (Cuca) foi campeão, podia fazer mudanças e buscar a opção de me colocar, mas eu o respeitei. Ele vinha de ganhar. Foi isso o que ocorreu no ano passado – afirmou Borja, em entrevista ao site Futbol Red.

– Era coisa mais dos torcedores, que falavam que tinha chegado o cara que resolveria os problemas, mas eu preciso dos outros dez, dos que sabem com a bola. No Atlético Nacional, eu precisava do Macnelly (Torres), do Guerra, de todos que poderiam me dar assistências para marcar. Desde o primeiro jogo, o professor Reinaldo (Rueda) demonstrou que confiava em mim, me deixou desde o primeiro dia os 90 minutos e eu pude responder. Quando cheguei (ao Palmeiras), não encontrei esse respaldo, mas hoje é diferente, tenho apoio de todos – completo.

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