O presidente da OAB-TO, Walter Ohofugi, afirmou nesta quinta-feira (31) em Araguaína (TO) que tanto a Seccional quanto a OAB Nacional não cessarão de cobrar rigor nas investigações até que haja uma solução para o crime.

Ohofugi apontou que a entidade está vigilante aos desdobramentos da investigação. “Nas próximas 48 horas nomearemos a comissão que acompanhará de perto o caso deste brutal assassinato, seja na esfera civil ou na criminal. O fato não passará em branco. A advocacia começa a reagir e nós não vamos parar de cobrar rigor até que tenhamos uma solução. Confiamos na Polícia Civil e demais autoridades competentes”, disse.

O presidente da Subseção de Araguaína, José Quezado, assegurou que “a Ordem confia na Polícia Civil e até o final do processo os executores do crime possam ser presos, respeitado o devido processo legal, mas com punição à altura”. Quezado agradeceu o presidente Claudio Lamachia e toda a diretoria da OAB Nacional pela presença no município.

Estão em Araguaína o presidente nacional da OAB, Claudio Lamachia; o vice, Luís Cláudio Chaves, o diretor-tesoureiro, Antônio Oneildo Ferreira; o presidente da Comissão Nacional de Defesa das Prerrogativas e Valorização da Advocacia, Jarbas Vasconcelos; o procurador nacional de Defesa das Prerrogativas, Charles Dias; cinco presidentes de Seccionais da Ordem na Região Norte do país: Marcus Vinicius Jardim Rodrigues (AC), Marco Aurélio Choy (AM), Paulo Campelo (AP), Rodolpho Morais (RR) e Alberto Campos (PA); além dos demais diretores da OAB-TO: a vice-presidente, Lucélia Maria Sabino Rodrigues; o secretário-geral, Célio Henrique Magalhães Rocha; a secretária-geral adjunta, Graziela Tavares de Souza Reis; e o diretor-tesoureiro, Luiz Renato de Campos Provenzano.


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