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Home»Tocantins»Veja as 20 cidades mais violentas da Amazônia Legal, segundo Fórum de Segurança Pública
Tocantins

Veja as 20 cidades mais violentas da Amazônia Legal, segundo Fórum de Segurança Pública

novembro 19, 2025Nenhum comentário3 Visitas

Estudo divulgado nesta quarta-feira (19) pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP) lista as 20 cidades mais violentas da Amazônia Legal, onde a presença de facções cresceu e chegou a quase metade das 772 cidades da região.
🔎 Nove estados compõem a Amazônia Legal Brasileira: Acre, Amapá, Amazonas, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins.
Os municípios foram divididos em quatro escalas, conforme a quantidade de moradores que possuem:
Pequeno 1: até 20 mil habitantes;
Pequeno 2: de 20 mil a 50 mil habitantes;
Médio: de 50 mil a 100 mil habitantes;
Grande: acima de 100 mil habitantes.
O FBSP considerou as taxas de mortes violentas intencionais dos últimos três anos para analisar as taxas a cada grupo de 100 mil habitantes. Os números indicaram os seguintes municípios com maiores taxas:

Esta é a 4ª edição do estudo Cartografias da Violência na Amazônia, que conta com parceria do Instituto Clima e Sociedade, do Instituto Itausa, do Instituto Mãe Crioula e do Laboratório Interpretativo Laiv.
Motivações para a violência nessas cidades
Presença do CV no Amazonas
Divulgação
David Marques, gerente de projetos do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, afirma que essas cidades sofrem com conflitos de facções pelo domínio do crime organizado. Segundo ele, dissidências e cenários instáveis de controle das regiões contribuem para aumento nas taxas de homicídios.
Ele cita como exemplo o Mato Grosso, que tem 6 das 20 cidades listadas entre as mais violentas. A área contempla a Terra Indígena Sararé, local com presença de grupos de garimpeiros ilegais, além de facções criminosas.
“Até no ano passado, a gente documentou algumas dissidências da [facção criminosa] Tropa do Castelar, que tinha ali uma relação com o PCC. Isso eleva as taxas de homicídio”, afirma. “Nessa região, tem esses garimpeiros se organizando e tentando constituir, inclusive, proto-milícias para fazer frente ao poder fogo do crime organizado, o Comando Vermelho. Então, isso tem elevado muito as taxas de homicídio na região. É a fotografia dos municípios mais violentos”.
Segundo o estudo, as situações das cidades são as seguintes:
Vila Bela da Santíssima Trindade (MT): possui posição geográfica estratégica para o tráfico de drogas pela proximidade com a Bolívia;
Nobres (MT): sob influência do CV, registrou conflitos entre a facção e o PCC;
Calçoene (AP): é atravessada pela BR-156, que liga Macapá ao Oiapoque. Estrada é usada como corredor estratégico para o tráfico de drogas;
Alto Paraguai (MT): próximo das BR-163 e BR-364, é dominado pela Tropa do Castelar (dissidência do Comando Vermelho), fundada no estado do Mato Grosso;
Cumaru do Norte (PA): dinâmica da violência no município está ligada a conflitos agrários, garimpo, presença de facções e desmatamento acelerado;
Rio Preto da Eva (AM): disputas entre PCC e CV ao longo de 2024;
Barra do Bugres (MT): posição geográfica estratégica para o escoamento de drogas vindas da Bolívia. É disputada por CV e PCC;
Aripuanã (MT): tem a presença de dinâmicas criminosas como garimpo ilegal, tráfico de drogas e possui terra indígena em seu território, onde o Comando Vermelho explora garimpos;
Novo Progresso (PA): cidade atravessada pela BR-163, usada como corredor para o escoamento do tráfico de drogas e registra conflitos fundiários;
Mocajuba (PA): parte da violência pode ser atribuída ao CV, mas violência policial provocou metade (11) das mortes violentas intencionais no município;
São Félix do Xingu (PA): segundo o FBSP, a cidade apresenta “sobreposição crônica” de desmatamento, conflitos fundiários e presença de facções;
Coari (AM): localizada em posição estratégica na região do médio rio Solimões, serve como um corredor hidroviário para o escoamento de drogas do Peru e da Colômbia;
Iranduba (AM): o município compõe a região metropolitana de Manaus, absorvendo em parte as dinâmicas de violência presentes na capital e tem forte atuação do CV;
Tabatinga (AM): município localizado na tríplice fronteira entre Brasil, Peru e Colômbia. Tem localização estratégica devido à proximidade dos países produtores de cocaína e é considerada uma das mais importantes entradas de drogas no país;
Santa Inês (MA): o município é cortado por duas rodovias federais, a BR-316 e a BR-222, pela Estrada de Ferro Carajás, e possui um aeroporto regional. É visto como estratégico para envio de drogas e outros produtos de crimes;
Sorriso (MT): localização estratégica pela divisa com a Bolívia. CV e PCC disputam o controle do território desde 2023;
Santana e Macapá (AP): municípios concentram cerca de 75% da população do Amapá e 79% das mortes violentas intencionais do estado. São complementares: Macapá é capital e centro administrativo, já Santana, é uma cidade portuária e logística. Segundo FBSP, a localização “facilita o crime transfronteiriço”, incluindo o tráfico de drogas, de pessoas e ilícitos ambientais.
Altamira (PA): maior município do país em extensão territorial, a cidade tem registro histórico de grilagem e desmatamento ilegal, com disputas entre CCA e CV pelo controle do crime local;
Itaituba (PA): Fórum afirma que cidade está em eixo estratégico do rio Tapajós, o que lhe confere “características estruturais que favorecem a expansão da economia ilegal relacionada ao garimpo e outros crimes ambientais”, além da presença de facções criminosas.
Presença de facções cresce e chega a quase metade da Amazônia
O estudo também mostra que a presença de facções criminosas cresceu e chegou a 45% dos municípios que compõem a Amazônia Legal.
São 772 cidades na região, das quais 344 apresentaram alguma evidência da presença de facções, de acordo com o levantamento. O aumento é de 32,3% em relação ao ano passado, quando o Fórum identificava 260 cidades com facções. Veja no mapa abaixo.

O aumento da presença de facções na região é de 93% em comparação a 2023, quando o número era de 178 municípios (23% do total).
Para o FBSP, o crescimento está diretamente ligado ao controle das rotas de tráfico de drogas na região, como no Alto Solimões. Crimes locais, entre eles o garimpo ilegal, também contribuíram para a expansão dos grupos criminosos (leia mais abaixo).
Quantas e quais são as facções
São 17 grupos diferentes identificados pelos pesquisadores, como o Comando Vermelho (CV) e o Primeiro Comando da Capital (PCC), além de grupos locais e até internacionais, como o Tren de Araguá, da Venezuela, e a ex-Farc, da Colômbia.
Segundo o estudo, o CV tem influência em 83% do total de cidades com presença de facções, chegando a 286 cidades — seja de forma hegemônica ou em disputa com outros grupos criminosos. Veja no mapa abaixo.

Originário do Rio de Janeiro, o CV domina o crime organizado em 202 cidades, enquanto disputa a hegemonia com rivais em outros 84, de acordo com dados do Fórum. Houve crescimento de 123% de sua presença na Amazônia desde 2023, quando estava em 128 cidades.
O Primeiro Comando da Capital (PCC) está em 90 municípios, com controle da criminalidade em 31 e disputando o domínio em outros 59. A facção teve leve oscilação na presença registrada há dois anos, quando aparecia em 93 cidades.
As 17 facções que foram identificadas na Amazônia:
Comando Vermelho (CV);
Primeiro Comando da Capital (PCC);
Amigos do Estado (ADE);
Bonde dos 40 (B40);
Primeiro Comando do Maranhão (PCM);
Famílai Terror do Amapá (FTA);
União Criminosa do Amapá (UCA);
Comando Classe A (CCA);
Bonde dos 13 (B13);
Bonde dos 777 (dissidência do CV);
Tropa do Castelar;
Piratas do Solimões;
Bonde do Maluco (BDM);
Guardiões do Estado (GDE);
Tren de Araguá (Venezuela);
Estado Maior Central (ECM, da Colômbia);
Ex-Farc Acácio Medina (Colômbia).
Rota do tráfico e modo de atuação favoreceu o CV, indica pesquisador
Segundo David Marques, gerente de projetos do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, a presença maior do Comando Vermelho na região é justificada pela descentralização, enquanto o PCC, por exemplo, centraliza as decisões em seus chefes de São Paulo.
“A lógica de funcionamento do Comando Vermelho é como se tivéssemos a criação de franquias associadas ao grupo [nos estados]”, afirma.
Ainda de acordo com Marques, o grupo criminoso do Rio tem necessidade de atuar na Amazônia e escoar drogas pela região, já que o PCC controla a chamada “rota caipira” do tráfico, com corredores que escoam substâncias vindas das fronteiras pelo Mato Grosso do Sul, São Paulo e Paraná até serem exportados por portos rumo à Europa e África.
“O PCC, nesses outros territórios, está muito mais interessado em fazer parcerias com organizações locais e nos fluxos mais macro, do atacado do tráfico. Enquanto o Comando Vermelho tem o interesse pelo atacado também e, para isso, é muito importante o controle territorial”, afirma.
Presença das facções nos estados
A presença nos estados varia de acordo com a localidade: quanto mais próximo da fronteira com outros países da América do Sul, mais forte a presença.
O Acre, que faz divisa com Peru e Bolívia, tem presença em 100% dos seus 22 municípios. Já o Tocantins, no outro lado, na divisa com o Nordeste, tem 12% das 139 cidades com registro de grupos criminosos. Veja baixo:
Acre: 22 de 22 municípios (100%);
Amapá: 10 de 16 (62,5%);
Amazonas: 25 de 62 (40%);
Maranhão (parte amazônica): 53 de 181 (29%);
Mato Grosso: 92 de 141 (65%);
Pará: 91 de 144 (63%);
Rondônia: 21 de 52 (40%);
Roraima: 13 de 15 (80%);
Tocantins: 17 de 139 (12%).
Outros dados do estudo sobre violência na Amazônia Legal:
Mortes violentas na Amazônia Legal caem para 8.047 em 2024, mas seguem 31% acima da média nacional;
Maranhão é único estado da Amazônia Legal a ter alta na taxa de homicídio em 2024, com crescimento de 11%; Amapá lidera ranking de violência;
Pará e Maranhão lideram conflitos no campo na Amazônia Legal; 2024 teve recorde de 1.317 casos, aumento de 20% em relação a 2023;
Feminicídios são 19% maior na região amazônica do que a média nacional;
Estupro sobem na Amazônia, com 13 mil registros: quase 80% das vítimas têm 14 anos ou menos;
Facções criminosas estão criando regras comportamentais para mulheres, que chegam até necessidade de autorização para terminarem relacionamentos;
Municípios sem polícia viram zonas dominadas por facções na Amazônia Legal;
Apreensão de drogas subiu 21% em 2024 na Amazônia Legal;
A Polícia Federal apreendeu 118 toneladas de cocaína na Amazônia entre 2019 e 2024: o aumento foi 84,8% no período.

Fonte: G1 Tocantins

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