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Home»Entretenimento»Ana Costa e Nilze Carvalho se afinam com Marina Iris em show politizado, idealizado para matar preconceito racial
Entretenimento

Ana Costa e Nilze Carvalho se afinam com Marina Iris em show politizado, idealizado para matar preconceito racial

novembro 19, 2025Nenhum comentário1 Visitas

Nilze Carvalho (à esquerda) e Ana Costa (à direita) recebem Marina Iris, cantora convidada do show apresentado na noite de ontem, 18 de novembro, no Teatro Ipanema
Rodrigo Goffredo
♫ OPINIÃO SOBRE SHOW
Título: Ana Costa & Nilze Carvalho
Artistas: Ana Costa e Nilze Carvalho – com participação de Marina Iris
Data e local: 18 de novembro de 2025 no Teatro Ipanema (RJ)
Cotação: ★ ★ ★ 1/2
♬ Um fio político costura o show que vem sendo apresentado no Teatro Ipanema, no Rio de Janeiro (RJ), pelas cantoras, compositoras e instrumentistas Ana Costa e Nilze Carvalho ao longo das terças-feiras de novembro, mês em que se celebra no dia 20 a Consciência Negra.
Ficou evidenciado o engajamento do repertório desde a primeira música do roteiro, o samba Dia de graça (Candeia, 1970), até o fecho do bis, com Zé do Caroço (1985), petardo disparado por Leci Brandão há 40 anos e reativado por Ana e Nilze em trio formado com a convidada da apresentação de ontem, 18 de novembro, Marina Iris, cantora e compositora afinada com o tom ativista do repertório.
Intérprete de voz calorosa e forte presença cênica, Marina Iris injetou energia na apresentação assim que pisou no palco do Teatro Ipanema, vinda da plateia, para cantar Virada (2021), parceria de Marina com Manu da Cuíca, nome recorrente no roteiro do show.
Na sequência, Marina deu o recado de Jorge Aragão em Identidade (1992) e, na mesma linha militante, mandou bem o samba Pra matar preconceito (Manu da Cuíca e Raul DiCaprio, 2021), apresentado pela cantora no combativo álbum Voz bandeira (2019), disco no qual rebobinou o samba-enredo que deu a vitória à escola de samba Mangueira no Carnaval de 2019, História pra ninar gente grande (Tomaz Miranda, Deivid Domênico, Luiz Carlos Máximo, Mama, Márcio Bola, Ronie Oliveira, Danilo Firmino e Manu da Cuíca, 2018), cantado no bis pela convidada com as duas anfitriãs do show.
O canto de Marina Iris tem pegada e abrilhantou show de tonalidades mais suaves em que Ana Costa e Nilze Carvalho reafirmaram os talentos de instrumentistas, se revezando nos toques de bandolim, cavaquinho e violão (no caso de Nilze) e de violão e baixo (no caso de Ana), em números embasados pela percussão precisa de Paulino Dias.
Nilze Carvalho (à esquerda) e Ana Costa se confraternizam com o percussionista do show ao fim da apresentação
Rodrigo Goffredo
O solo do bandolim de Nilze, por exemplo, valorizou a lembrança de Andar com fé (Gilberto Gil, 1982), número em que o público bateu palmas na cadência baiana deste samba que tangencia a roda do Recôncavo. Mais tarde, o show reluziu quando Nilze tocou o tema instrumental Choro de menina (1981), parceria da artista com o pai, Cristino Ricardo. Detalhe: o choro fez sucesso nacional e mostrou para a então menina Ana Costa que ela também poderia ser instrumentista.
Como cantoras, ambas encararam missões impossíveis como dar vozes ao Canto das três raças (Mauro Duarte e Paulo César Pinheiro, 1976) sem que o espectador traga à memória a interpretação luminosa e definitiva de Clara Nunes (1942 – 1983).
Da mesma forma, foi difícil ouvir Fadas (Luiz Melodia, 1978) sem tirar da mente a gravação feita por Elza Soares (1930 – 2022) para o álbum Do cóccix até o pescoço (2002). Assim como também foi natural lembrar de Maria Rita quando as artistas uniram vozes em Encontros e despedidas (Milton Nascimento e Fernando Brant, 1981), reafirmando que o show é dominado pelo samba, mas não restrito ao gênero, tendo como eixo central as obras de compositores negros de estilos diversos.
Em contrapartida, Ana Costa surpreendeu positivamente quando saiu da roda do samba para cantar Lambada de serpente (Djavan e Cacaso, 1980) e quando, cinco números depois, buscou tom mais interiorizado na reflexão melancólica de Tudo se transformou (Paulinho da Viola, 1970). A letra é um diálogo de sambista com o violão, instrumento tocado por Ana no número.
O canto em uníssono das artistas no choro-canção Amigo é casa (Capiba e Hermínio Bello de Carvalho, 2004) valorizou o número e realçou a atmosfera fraterna de acolhimento que regeu a apresentação.
Mais um acerto do projeto Terças no Ipanema, cuja curadoria foi entregue a Flávia Souza Lima, o show de Ana Costa e Nilze Carvalho atravessou um século e meio de lutas do povo negro para impor um som e um canto que, afinal, estão na base da música do mundo.
Nesse sentido, foi importante revolver raízes fincadas no jongo – gênero representado por Jongueiro cumba (Wilson Moreira e Nei Lopes, 2002) – e na música africana, louvada no Semba dos ancestrais (1985), parceria do politizado bamba Martinho da Vila com a violonista Rosinha de Valença (1941 – 2004) apresentada há 40 anos.
Sem falar na lembrança da pioneira Ivone Lara (1922 – 2018), matriarca que abriu alas femininas no samba com obra revivida no show com o canto de Resignação (1981), parceria de Dona Ivone com Hélio dos Santos (1903 – 2007), o Tio Hélio, também ele um bamba pioneiro do Império Serrano, tradicional agremiação do Carnaval carioca.
E por falar em Carnaval, antes do bis, tudo acabou em samba-enredo no show com o canto de Kizomba, a festa da raça (Rodolpho de Souza, Luiz Carlos da Vila e Jonas, 1987), introduzido por citação de 100 anos de liberdade – Realidade ou ilusão? (Alvinho, Jurandir e Hélio Turco, 1987), obras-primas do desfile do Carnaval de 1988, ano do centenário de uma abolição testada diariamente no cotidiano de um Brasil racista.
Foi para matar preconceito racial que Ana Costa e Nilze Carvalho se afinaram com Marina Iris em show que celebra a Consciência Negra com orgulho do que já foi feito e disposição para lutar por tudo que ainda tem que ser conquistado para que o povo preto viva em permanente dia de graça quando tudo se acabar na quarta-feira.
Nilze Carvalho (à esquerda) e Ana Costa (à direita) cantam e tocam músicas de compositores negros no show em cartaz no projeto ‘Terças no Ipanema’
Rodrigo Goffredo

Fonte: G1 Entretenimento

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