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Home»Tocantins»De quebradeira de coco a universitária: idosa conclui faculdade aos 70 anos e fala da importância de realizar sonhos
Tocantins

De quebradeira de coco a universitária: idosa conclui faculdade aos 70 anos e fala da importância de realizar sonhos

novembro 29, 2025Nenhum comentário0 Visitas

Maria de Fátima Abade Barbosa levou saxofone para apresentação do TCC
Maria de Fátima Abade Barbosa/Arquivo pessoal
Aos 70 anos e com uma história de vida cheia de dificuldades, Maria de Fátima Abade Barbosa atravessa a terceira idade realizando sonhos. O mais recente foi concluir o ensino superior, com a apresentação do Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) na Universidade Federal do Norte do Tocantins (UFNT), no curso de Licenciatura em Educação do Campo – Artes.
Também foi ela quem encantou todo o Brasil ao sair do Tocantins em direção ao Rio de Janeiro, para realizar o sonho de ver a escola de samba Portela na Marquês de Sapucaí, em março deste ano. Outro sonho realizado foi adquirir um saxofone, o que a levou até o Paraguai para comprar um exemplar mais barato.
Maria de Fátima teve uma vida sofrida, segundo ela própria contou em entrevista ao g1, até conquistar o tão sonhado momento da conclusão do curso superior, em Tocantinópolis. Aos cinco anos, aprendeu com a mãe a ser quebradeira de coco babaçu, trabalho que não rendia muito dinheiro para a família, principalmente pela dificuldade de acesso às áreas que tinham a palmeira, pois pertenciam a fazendeiros.
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A vida humilde que Maria de Fátima e a mãe tiveram a impediu de se manter na escola por muito tempo. Quando cresceu, a agora universitária buscou trabalho como empregada doméstica em outra cidade, momento de muito sofrimento, conforme relembrou.
“Aí que eu vi que chegando na casa dos outros é tudo pior, na cidade grande, sem saber de nada, é triste. Chorava eu de cá, minha mãe de lá, mas eu pensava que tinha que trabalhar para dar as coisinhas para ela. É uma história longa e de sofrimento”, lembrou a idosa.
Quando a mãe morreu, Maria de Fátima ficou sem chão. Mas foi nesse mesmo período que adotou uma criança, seu único filho. Com mais de 60 anos e com o filho já crescido, a família mudou-se para Goiânia (GO), em busca de estudos para ele. Foi levando o filho para a escola que Maria de Fátima voltou a ter contato com os estudos novamente.
“Quando eu levava ele para a escola, uma professora ficava observando porque eu ficava com ele lá para não vir sozinho [o filho] e fazer coisa errada. Um dia ela disse assim: ‘Por que a senhora não estuda? Vai estudar sim’”, comentou. Essa professora forneceu materiais escolares e após fazer um teste na unidade, Maria de Fátima conseguiu alcançar a 3ª série na Educação de Jovens e Adultos (EJA).
Após o pontapé inicial, Maria de Fátima precisou retornar a Tocantinópolis, mas não parou mais de estudar e concluiu o ensino médio.
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Entrada no ensino superior
Como se fosse uma espécie de ‘chamado’ para a educação, outra professora a incentivou a não parar os estudos. A docente a orientou a prestar o vestibular e assim fez Maria de Fátima.
“Fiquei pensando de noite no que a professora falou e no outro dia fui lá e me inscrevi, fiz e passei, para minha felicidade. A Educação no Campo me trouxe muita alegria”, comemorou, ao entrar no curso de Educação do Campo.
Quando começou o curso, aos 67 anos, a idosa admite que chegou a ouvir comentários ruins sobre a idade e a decisão de retomar os estudos.
“Passava para ir para a escola e alguém dizia ‘papagaio velho não aprende a falar’, essas coisas desagradáveis, só para botar a gente para baixo. Mas a gente não deve ouvir”, enfatizou.
No início das aulas, o sentimento de medo chegou a atingir a idosa, justamente pela idade e por pensar que seria um passo muito grande a ser dado. No entanto, contrariando as críticas, encontrou colegas dispostos a ajudá-la de todas as formas.
“Eles foram muito legais comigo, me entendiam como idosa. O medo era meu, a vergonha era minha de ficar no meio daqueles jovens. Mas eu pensava que tinha que ficar porque senão eu não iria estudar, não vai ter uma faculdade só minha, então tinha que ficar aqui quietinha e aprender com eles. Eles serviram muito para me ensinar, me dar força para eu não desistir. Foi muito legal a vivência com os jovens”, explicou.
Quanto aos professores, Maria de Fátima se derrete em agradecimentos, principalmente à orientadora do Trabalho de Conclusão de Curso (TCC), Iara Rodrigues da Silva.
“Queria agradecer de todo o coração à professora Iara, agradecer o resto da minha vida a ela, uma pessoa educada. Agradecer a todos que me ajudaram a realizar esse sonho de terminar a faculdade. Enquanto eu respirar não vou esquecer”.
Própria vida contada no TCC
Defesa do TCC de Maria de Fátima emocionou a banca e os presentes
Divulgação/UFNT
A trajetória de dificuldades que se misturava à coragem de realizar sonhos e seguir em frente virou o tema do TCC de Maria de Fátima. “Nunca é Tarde para Aprender: A história de vida de uma mulher preta que foi excluída do processo educacional de ensino”, foi o título e a defesa aconteceu no dia 13 de novembro.
O trabalho foi aprovado com louvor e a estudante contou um pouco sobre como foi a produção. Por não ter intimidade com computadores, ela contou com a ajuda do colega Vinícius Macedo, que digitou toda a história para o trabalho.
“Eu falava da minha história de vida. Quebradeira de coco, da roça, sem nada, com a minha mãe”, explicou.
Já para a apresentação, Maria de Fátima montou um cenário para lembrar como era a vida na roça e os poucos itens que representavam a humildade do seu contexto social. Também levou seu tão sonhado saxofone, trazido de longe, e símbolo dos sonhos que ainda pretende realizar.
“Tive uma volta ao passado para as pessoas lembrarem um pouco [da vida na roça]. Hoje a gente vive uma vida diferente, com a luz, com a internet. Na apresentação entrei com roupa de quebradeira de coco, depois troquei por outra e peguei o sax para dizer que a quebradeira de coco chegou ao sonho dela, que era aprender a tocar o sax. Acho que as pessoas entenderam que quando a gente tem aquele sonho, luta para realizar”, disse a idosa.
Maria de Fátima também deixa a mensagem para que todos corram atrás de seus sonhos, lembrando que aprendeu dentro da faculdade a ter ainda mais garra para correr atrás do que se deseja.
“É muito triste a gente não realizar um sonho da gente. Mesmo pequeno que seja, a gente tenta realizar porque um dia vai embora para sempre de mundo, e sem retorno”, pontuou Maria de Fátima.
Veja mais notícias da região no g1 Tocantins.

Fonte: G1 Tocantins

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